As coisas podem ser fáceis ou difíceis.
Tomaram que sejam faceis.
Mas,
se forem difíceis
que seja coisas....
A Terra girava, mas o lugar onde o fio estava ancorado era o único ponto fixo do universo. Por isso não era propriamente à Terra que o meu olhar se dirigia, mas ao alto, lá onde se celebrava o mistério da imobilidade absoluta.
E se você dormisse?
E se você sonhasse?
E se, em seu sonho, você fosse ao Paraíso e lá colhesse uma flor bela e estranha?
E se, ao despertar, vocêtivesse a flor entre as mãos?
Ah, e então?
(Coleridge)
quinta-feira, 20 de março de 2008
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
bla bla bla....
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
"In media res"

O tempo passa e nem nos damos conta.
Quando foi mesmo que vc cresceu?
Com um aperto no peito as lembranças retomam seu lugar,ainda posso sentir cada vão momento.
O cheiro suave da vida,o doce aroma da amizade.Ah!Como a vingança era doce...As de agora nos cheira a podre.
Sem me dar conta volto a ser criança.
Peço um salgado na contina e divido com alguns colegas depois da amarelinha.
Pouco depois,estou sentada em um banco repleta de amigos.
Rio;não posso acreditar que acabo de chamar de amiga uma antiga inimiga.
Sem conseguir conter,as lagrimas saem com desespero.Mais um abraço e me vejo inerte,olhando para uma escrivaninha cheia de fotos,livros,projetos e sonhos...
Quando foi mesmo que vc cresceu?
Com um aperto no peito as lembranças retomam seu lugar,ainda posso sentir cada vão momento.
O cheiro suave da vida,o doce aroma da amizade.Ah!Como a vingança era doce...As de agora nos cheira a podre.
Sem me dar conta volto a ser criança.
Peço um salgado na contina e divido com alguns colegas depois da amarelinha.
Pouco depois,estou sentada em um banco repleta de amigos.
Rio;não posso acreditar que acabo de chamar de amiga uma antiga inimiga.
Sem conseguir conter,as lagrimas saem com desespero.Mais um abraço e me vejo inerte,olhando para uma escrivaninha cheia de fotos,livros,projetos e sonhos...
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
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sábado, 9 de fevereiro de 2008
De repente passado....

De repente tudo parecia menor...As casas,as árvores,o espaço,o tempo.Nada mais tinha o mesmo tamanho.
Talvez fosse so os meus olhos.Os olhos de uma jovem louca pra descobrir o mundo e esquecer o passado.Esquecer?Jamais!!!!....Como esquecer?
Tudo o que vemos,ouvimos,sentimos;uma flor,um lugar,os fogos de ano novo,os sonhos....impossivel esquecer!!
Retirar-se!talvez seja exatamente isso...retirar-se do passado.Viver o presente.Sentir as flores presentes...Mas esquecer?
O passado tambem diz muito a nosso respeito.É engraçado como somos capazes de perdoar o pior dos fatos,mas que agora...que importancia fazem?
Amamos e deixamos de amar.Não tem mais a vivacidade do momento.
No presente,o que sobra do passado são fatos que somos capazes de enxergar com mais clareza.
Talvez fosse so os meus olhos.Os olhos de uma jovem louca pra descobrir o mundo e esquecer o passado.Esquecer?Jamais!!!!....Como esquecer?
Tudo o que vemos,ouvimos,sentimos;uma flor,um lugar,os fogos de ano novo,os sonhos....impossivel esquecer!!
Retirar-se!talvez seja exatamente isso...retirar-se do passado.Viver o presente.Sentir as flores presentes...Mas esquecer?
O passado tambem diz muito a nosso respeito.É engraçado como somos capazes de perdoar o pior dos fatos,mas que agora...que importancia fazem?
Amamos e deixamos de amar.Não tem mais a vivacidade do momento.
No presente,o que sobra do passado são fatos que somos capazes de enxergar com mais clareza.
domingo, 27 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Diferente,no entanto,igual...
(...)Os estudantes entretiam-se jogando,lendo,cantando e narrando suas aventuras galantes.O teatro veio ajudar a mudar a estrutura dos componentes da cidade provinciana.
A musica como arte que é,tem caracteristicas proprias,é determinada por um conjunto,que é o estado geral do espirito e dos costumes ambientes.Para a maioria dos nossos ainda era quase novidade.Não havia na época um organização determinada a preparar voluntarios para a batalha musical.Tudo era dificil.Devia-se começar por ir ao teatro e saber do que se tratava para ganhar-se vontade e iniciar o estudo de algum instrumento."
("Carlos Gomes-do sonho à conquista",de Juvenal Fernandes)
São Paulo
"Mas o teatro encantava a todos.Nesse famoso teatro,orgulho do paullistano houve musica logo de inicio,e musica de Carlos Gomes e seu mano Juca.A vida na capital era muito acanhada,quase não existia divertimentos(...)No centro o maior movimento era feito pelos estudantes;os que vinham de fora viviam em "republicas".(...)Os estudantes entretiam-se jogando,lendo,cantando e narrando suas aventuras galantes.O teatro veio ajudar a mudar a estrutura dos componentes da cidade provinciana.
A musica como arte que é,tem caracteristicas proprias,é determinada por um conjunto,que é o estado geral do espirito e dos costumes ambientes.Para a maioria dos nossos ainda era quase novidade.Não havia na época um organização determinada a preparar voluntarios para a batalha musical.Tudo era dificil.Devia-se começar por ir ao teatro e saber do que se tratava para ganhar-se vontade e iniciar o estudo de algum instrumento."
("Carlos Gomes-do sonho à conquista",de Juvenal Fernandes)
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domingo, 13 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
A visita do anjo.
O homem estava pegando as chaves do carro (a mulher já tinha saído para levar as crianças à escola) quando tocaram a campainha.
Irritado, pois já se atrasara bastante, ele abre a porta:
-Sim
O ser andrógino, belo e feio, to e baixo, negro e louro, faz um sinalzinho dobrando o indicador:
- Vim buscar você.
Não era preciso explicar, o homem entendeu na hora: o Anjo da Morte estava ali, e não havia como escapar. Mas,acostumado a negociações,mesmo perturbado ele rapidamente pensou que era cedo,cedo demais,e tentou argumentar:
-Mas como, o que?Agora, assim, sem aviso sem nada?Nem um prazo decente?
O anjo sorri um sorriso bondoso e perverso, suspira e diz:
-Mas ninguém tem a originalidade de me receber com simpatia neste mundo, ninguém nunca esta preparado?Esta certo de que você só tem40 anos, mas mesmo os de 80... O homem agarrou mais firme a chave do carro que acabara encontrando no bolso do paletó e insistiu:
-Vem cá, me da uma chance.
O anjo teve pena, aquele grandalhão estava realmente apavorado. Ah,os humanos...Então teve um acesso de bondade e concedeu:
-Tudo bem... Eu te dou uma chance,se você me der três boas razões para não vir comigo desta vez.
(Passava um brilho malicioso nos olhos azuis e negros daquele anjo?).
O homem aprumou-se, claro, ele sabia que ia dar certo, sempre fora bom negociador. Ma,quando abria a boca para começar sua ladainha de razoes – muito mais que três,ah sim -,o anjo Ergue um dedo imperioso:
Espera ai. Três boas razões,mas...não vale dizer que seus negócios precisam ser organizados,sua mulher nem sabe assinar um cheque,seus filhos nada conhecem da realidade.O que interessa é você,você mesmo.Por que valeria a pena ainda te deixar aqui algum tempo?
(...) Muitas vezes contei essa historia e inevitavelmente homens e mulheres ficam surpreso e pensativo, sem resposta imediata ainda que de brincadeira.
E nos?Com que argumentos persuadiríamos o anjo visitante de ainda não nos levar?Eles seriam falsos, inventados na hora, ou brotariam da nossa eventual contemplação – a reavaliação – da vida, e do sentido de tudo, de nossos projetos e esperanças?
Isto é, se acaso alguma vez interrompemos nossa agitação para um questionamento desses. Pois em geral nos atordoamos na agitação da mídia,da moda,do consumo,da corria pelo melhor salário,melhor lugar,melhor mesa no restaurante,melhor modo de enganar o outro e subir.
Ainda que infimamente em nosso ínfimo posto.
(Texto extraido do livro "Pensa é trangredir" de Lya Luft)
O homem estava pegando as chaves do carro (a mulher já tinha saído para levar as crianças à escola) quando tocaram a campainha.
Irritado, pois já se atrasara bastante, ele abre a porta:
-Sim
O ser andrógino, belo e feio, to e baixo, negro e louro, faz um sinalzinho dobrando o indicador:
- Vim buscar você.
Não era preciso explicar, o homem entendeu na hora: o Anjo da Morte estava ali, e não havia como escapar. Mas,acostumado a negociações,mesmo perturbado ele rapidamente pensou que era cedo,cedo demais,e tentou argumentar:
-Mas como, o que?Agora, assim, sem aviso sem nada?Nem um prazo decente?
O anjo sorri um sorriso bondoso e perverso, suspira e diz:
-Mas ninguém tem a originalidade de me receber com simpatia neste mundo, ninguém nunca esta preparado?Esta certo de que você só tem40 anos, mas mesmo os de 80... O homem agarrou mais firme a chave do carro que acabara encontrando no bolso do paletó e insistiu:
-Vem cá, me da uma chance.
O anjo teve pena, aquele grandalhão estava realmente apavorado. Ah,os humanos...Então teve um acesso de bondade e concedeu:
-Tudo bem... Eu te dou uma chance,se você me der três boas razões para não vir comigo desta vez.
(Passava um brilho malicioso nos olhos azuis e negros daquele anjo?).
O homem aprumou-se, claro, ele sabia que ia dar certo, sempre fora bom negociador. Ma,quando abria a boca para começar sua ladainha de razoes – muito mais que três,ah sim -,o anjo Ergue um dedo imperioso:
Espera ai. Três boas razões,mas...não vale dizer que seus negócios precisam ser organizados,sua mulher nem sabe assinar um cheque,seus filhos nada conhecem da realidade.O que interessa é você,você mesmo.Por que valeria a pena ainda te deixar aqui algum tempo?
(...) Muitas vezes contei essa historia e inevitavelmente homens e mulheres ficam surpreso e pensativo, sem resposta imediata ainda que de brincadeira.
E nos?Com que argumentos persuadiríamos o anjo visitante de ainda não nos levar?Eles seriam falsos, inventados na hora, ou brotariam da nossa eventual contemplação – a reavaliação – da vida, e do sentido de tudo, de nossos projetos e esperanças?
Isto é, se acaso alguma vez interrompemos nossa agitação para um questionamento desses. Pois em geral nos atordoamos na agitação da mídia,da moda,do consumo,da corria pelo melhor salário,melhor lugar,melhor mesa no restaurante,melhor modo de enganar o outro e subir.
Ainda que infimamente em nosso ínfimo posto.
(Texto extraido do livro "Pensa é trangredir" de Lya Luft)
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